14 de julho de 2010

Rio Babilônia

Nos últimos dias, o intrépido Ezequiel Neves (1935 - 2010) foi lembrado de várias maneiras - o crítico musical, o poeta, o produtor, o amigo de Cazuza, o doidão - mas não vi em nenhuma matéria qualquer referência ao talento visionário e de roteirista, como comprova Rio Babilônia, filme de Neville D'Almeida dos anos 80. Muitas das questões levantadas pelo filme, que pareciam tão distantes e até absurdas, acabaram se confirmando no caótico Rio de Janeiro atual.

Um comentário:

Isabel Dasp disse...

É verdade, uma pena, que nosso cinema nacional, só é visto pela pornochanchada e não pela crítica e até essa 'previsão de futuro' do qual façamos parte agora, ou melhor sempre fizemos.